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quinta-feira, 4 de abril de 2013

A festa dos descendentes de João Bornhausen.



A festa dos descendentes de João Bornhausen

Paulo Konder PauloBornhausen

No dia em que comemorou seus 80 anos, Ademar Bornhausen, o nosso Mazinho, que com a Almery, Ivone e Marli eram filhos de Waldemar e Picucha, em meio a festa, resolveu, cercado de filhos, noras, genros, netos, bisnetos, sobrinhos e primos, fazer um conclave de todos os parentes de Waldemar Bornhausen, seu pai, e logo marcaram a data, 16 de março de 2013.
A ordem era o comparecimento de todos, sendo ele o mais velho, pois as irmãs eram falecidas. Seria em Bombinhas, lugar onde residiu por longos anos com a mulher Luiza e os filhos. O local seria a Pousada Ilha do Farol. Rosana, filha de Ivone e seu marido, estudioso pesquisador, iniciaram a tarefa de localizar os descendentes de Waldemar para o êxito da confraternização pelo facebook, o que despertou interesse aos demais filhos e netos de João Bornhausen, de ampliar a festa, pois gostariam de participar. João era o filho mais moço de Jacob Bornhausen, imigrante de Schaffhausen fronteira da Suíça com a Alemanha, de uma família com treze irmãos. Teve sete filhos pela ordem de nascimento, Irineu, Demosthenes (Tenis), Dulce, Waldemar (Vadê), Diva, Elizabeth e a mais nova Joana.
Diva e Elizabeth faleceram solteiras. Tendo a nossa tia Diva vivido em nossa casa (minha e de Ivete) desde o oitavo mês de gestação do meu filho Ricardo, ao qual nos ajudou a criar, como também a nossa filha Patrícia, até seu falecimento em Florianópolis, quarenta anos depois.
Voltando aos filhos de João Bornhausen e Guilhermina Bittencourt Bornhausen, que era Zimmermman por parte de mãe, mais conhecida como vó Gueta, formavam um casal humilde, mas admirável. Ele, agricultor, açougueiro e ela, perfeita dona de casa dos velhos tempos, deixaram uma gama de descendentes dos seus sete filhos. Irineu casado com Maria Konder Bornhausen (Marieta) teve três filhos, Paulo, Roberto e Jorge. Demosthenes, o nosso Tio Tenis, que no seu primeiro casamento com uma Gazaniga teve a Vera, que também foi criada por tia Diva, com o falecimento da mãe. Do casamento com a Lourinha, teve a Marilia, Marta, Mauricio e meu querido afilhado Buba. Dulce, casada com o comandante da Marinha Mercante, Fernando Faria, teve o Milton, Mauro, Mery e o Moaldo, os dois primeiros já falecidos. Waldemar, o patrono da festa, teve a Almery, Ivone, Marli e o Mazinho (Ademar).
Finalmente a Joana que era a mais moça e que faleceu na década de 2000, teve dois filhos Ciro e Libero do casamento com Lucio Miranda.Ciro que foi um dos entusiastas da adesão dos demais filhos e descendentes  do João Bornhausen, às festividades, faleceu em Setembro de 2012, pois Libero (Libelú) falecera há muitos anos.
A reunião foi um sucesso, embora nem todos os descendentes de João pudessem estar presentes, um numero superior a 70 descendentes, parentes, estiveram reunidos em uma festividade simples, alegre, perfeita.
Depois de um vídeo excelente, com a história da chegada no século XXII dos imigrantes da Prússia, no qual estava Jacob Bornhausen que era menor de idade e segundo a lenda, viajou no vapor que os trouxe ao Rio, dentro de um grande barril (quero crer de cerveja, evidentemente vazio). Do Rio de Janeiro por decisão do Imperador, as mais de cem famílias foram enviadas para Ilha do Desterro, e em seguida para a pequena colônia agrícola de São Pedro de Alcântara, de onde os filhos de Jacob se espalhavam pelo território Barriga Verde e segundo consta são mais de cinco mil e como diz o Mazinho, inclusive “agregados”, o que não serviria de apreensão para a Senadora Ideli Salvatti, pois tem até Bornhausen petista. Cada grupo dos descendentes de João, fizeram a apresentação dos seus, cada qual com camisetas alusivas à festa de cores diferentes. Assim dos filhos de Irineu falou o Roberto, do Demosthenes a neta Marília, do Waldemar o anfitrião Mazinho, os descendentes de Dulce não puderam comparecer e finalmente a Ivete Therezinha Dalcanale Bornhausen, casada comigo (decano entre os presentes) fez uma homenagem a Tia Diva. Antes ainda foram passados vídeos da família Waldemar Bornhausen e Desmosthenes Bornhausen, tendo um genro do Mazinho, Pastor, feito uma oração ecumênica.
Para a surpresa de muitos estavam presentes parentes de nacionalidade norte-americana, netos do Mazinho e japoneses da união da filha da Almery e por estar viajando ainda, faltou a minha neta, filha do Ricardo, que é francesa.
Essa “salada de frutas” dos Bornhausen participaram de um delicioso ágape no local do encontro que foi uma reunião inesquecível que permitiu os conhecidos se reverem e outros também se conhecerem, com os quais não tinham relacionamento.
Brindes, como as cervejas Jacob, preparadas pelo cervejeiro Mario, casado com a Marta, filha do tio Tênis, taças para lembrar o evento,  vídeos e livros, foram adquiridos pelos participantes, todos de iniciativa deles.
Linda festa. Se comovente, foi antes de tudo uma reunião alegre e cheia de amor.
Me considero, nos meus mais de 83 anos, um felizardo de ter podido dela participar e creio que este foi o sentimento de todos que puderam encontrar-se no belíssimo Balneário de Bombinhas, e que Deus permita que possa ser repetida algum dia.
Temos todos, muito orgulho de sermos Bornhausen.

2 comentários:

  1. RACHEL BORNHAUSEN4 de abril de 2013 15:19

    Realmente nosso ENCONTRO foi brilhante, onde tivemos a oportunidade de resgatar parte da história, matar a saudade, conhecer novos membros, e confraternizar com todos. Que tenha sido o primeiro de muitos, para que as próximas gerações, não deixem de cultivar os valores de família, e que possam passar adiante nossa história.

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  2. Amigo, tudo bem? Eu estou pesquisando a historia de minha familia e Geta Bittencourt esta algumas geracoes atras. Tenho uma pergunta, porque tu diz que o nome dela e Guilhermina ao inves de Geta?

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