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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Cura para o mal de Alzheimer?


Injeção se torna esperança no tratamento de doenças cerebrais
Você sabe é o que doença de príon? Príons são compostos responsáveis pela ativação de determinadas proteínas, amadurecimento e prolongamento de neurônios e modulação de respostas imunes no nosso cérebro.

O problema é que eles podem se tornar patogênicos, causando doenças crônicas e degenerativas do sistema nervoso central: as doenças de príon, condições que geralmente levam o cérebro à morte lentamente.

Giovanna Mallucci, da Universidade de Leicester, Inglaterra, liderou uma pesquisa com ratos para tentar curar as doenças de príon. A pesquisadora concluiu que injetar uma certa proteína em ratos com a condição protegia suas células cerebrais durante mais tempo e prolongava suas vidas.

Segundo os cientistas, o processo pelo qual as doenças de príon afetam o cérebro de ratos é parecido com o de outras condições cerebrais degenerativas em humanos, como Alzheimer ou Parkinson.

Em todos esses casos, a morte de células cerebrais está ligada à acumulação de proteínas deformadas. Placas amiloides são encontradas no cérebro de pacientes de Alzheimer, e corpos de Lewy são encontrados nas células nervosas de pessoas com mal de Parkinson.

Nos ratos com doenças de príon, depois da injeção as células defeituosas que se acumularam geraram um mecanismo de segurança que impediu que elas se reproduzissem mais.

Sendo assim, os pesquisadores querem usar esses avanços para tentar tratar o mal Alzheimer e de Parkinson, mais comuns que as raras doenças de príon (o Alzheimer é uma das formas mais comuns de demência, afetando mais de 35 milhões de pessoas no mundo e um milhão no Brasil). Porém, especialistas alertam que o estudo é muito novo e que é preciso mais confirmações e pesquisas com verdadeiros pacientes de Alzheimer e Parkinson para ter esperanças.

Fonte:  hypescience

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