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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Insulina em pílulas: esperança para diabéticos



Será o fim das picadas?
Duas empresas estão correndo para desenvolver uma pílula de insulina, para facilitar a vida de 347 milhões de pessoas que sofrem de diabetes e são obrigadas a tomar injeções diariamente.
Uma é a gigante farmacêutica Novo Nordisk, da Dinamarca, e a outra é uma pequena empresa com sede em Tel Aviv, chamada Oramed.

Apesar da sua desvantagem proporcional, a startup israelense está, no momento, um passo à frente: na fase 2 das pesquisas.

O conceito de insulina oral, para liberar os diabéticos das injeções diárias, existe há décadas, mas fazê-lo acontecer é extremamente difícil, porque a insulina é destruída pelas enzimas no sistema digestivo.

A insulina deve chegar ao fígado, que regula a secreção de insulina na corrente sanguínea. Diferentemente das injeções, a forma ingerida passa diretamente pelo fígado a partir do trato digestivo.

A Oramed acredita que agora encontrou uma solução – não revelada - para possibilitar que uma quantidade suficiente de insulina sobreviva ao passar pelo sistema digestivo de forma a ainda ter algum benefício.

O processo
O CEO da empresa, Nadav Kidron, diz que as pílulas de insulina oral também são mais benéficas do ponto de vista financeiro.

De acordo com ele, US$ 500 bilhões são gastos anualmente em tratamentos contra diabetes. “Mesmo uma pequena porcentagem de redução de custos fará uma diferença econômica enorme”, diz.

Estudos
O próximo estudo – de 1 ano - chamado de Fase II-b, estudará 150 pacientes de diabetes tipo 2 nos EUA e, principalmente, testará a eficácia do medicamento.

A Oramed, que até agora levantou US$ 34 milhões, também precisará realizar um teste final de grande escala, a Fase III, antes que o medicamento seja licenciado para venda, portanto ainda levará alguns anos para a cápsula chegar ao mercado.

A empresa está à frente da Novo Nordisk, que ainda precisa iniciar os testes da Fase II.

Parcerias
A Oramed espera fazer parceria com grandes empresas farmacêuticas para o desenvolvimento e venda do medicamento.
Além disso, Kidron acredita que a tecnologia de entrega oral exclusiva da sua empresa “serve como uma plataforma para outras vacinas e tratamentos médicos disponíveis atualmente em forma injetável”.

A Oramed é apoiada e orientada por líderes importantes no campo da pesquisa e do desenvolvimento, incluindo: Professor Avram Hershko, 2004 Prêmio Nobel em Química; Professor John Amatruda, Ex-Vice-Presidente Sênior da Merck and Co., Inc.; Professor Ele Ferrannini, ex-Presidente da EASD; e Dr. Michael Berelowitz, ex-Vice-Presidente Sênior da Pfizer, Inc. e, no momento, Presidente do Conselho Científico da Oramed.
http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/

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