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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A triste história da mulher que não consegue esquecer absolutamente nada


  
Dizem que os elefantes têm boa memória – talvez uma mulher norte-americana possa desafiá-los neste quesito.

  Jill Price tem 42 anos e mora na Califórnia. Ela consegue se lembrar de todo e qualquer acontecimento da sua vida, em ordem cronológica, desde os 12 anos. Ela consegue se recordar de fatos mundiais e programas que estavam na TV, e outras coisas que aconteciam à sua volta. Se alguém der uma data para ela, ela consegue se lembrar de que dia da semana era e o que aconteceu.

Apesar de ser considerado um dom, a supermemória pode ser dolorosa – do contrário, frases como “melhor esquecer isso” e derivados não fariam sentido. É o que Jill sentia ao procurar ajuda de especialistas em memória da Universidade da Califórnia em Irvine, há oito anos.

  Desde então, James McGaugh e uma equipe liderada por ele vêm estudando a memória de Jill para compreendê-la melhor. A princípio, James duvidou das afirmações de Jill, mas mudou de ideia quando a testou com perguntas como a data da morte de Elvis Presley e detalhes de episódios de programas televisivos. Ela não só respondeu tudo certo como ainda corrigiu informações do almanaque histórico que serviu de base para as questões.

  Jill descreve a própria memória como um filme que passa ao fundo. “Minha memória controla minha vida. Eu penso no passado o tempo todo. É como um filme que passa e nunca para. Tipo, nós estamos sentados aqui e eu estou falando com você e na minha cabeça eu estou pensando em algo que me aconteceu em dezembro de 1982, numa sexta-feira. Eu comecei a trabalhar na Gs”, contou ela à ABC.



Julie não se recorda apenas de fatos, mas de memórias, boas e ruins. E o segundo grupo torna a vida dela bastante difícil. Para ela, viver é difícil porque ela simplesmente não pode esquecer os piores momentos de sua vida como outras pessoas conseguem.

Até agora, os pesquisadores não têm ideia do que causa esta supermemória e como “curá-la”, mas eles esperam ao menos que o “dom” de Jill ajude os cientistas a entenderem melhor como o nosso cérebro guarda informações.

fonte jornal da ciencia

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