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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A onda do suco rosa: conheça o novo sucesso fit da Europa ! Leia !



Se no Brasil o suco verde está em alta, na Europa a estrela é o rosa. Sucesso no Instagram das garotas saudáveis de lá, ele é feito com beterraba - raiz que ganhou força depois da publicação de um estudo do professor Andy Jones, no Journal of Applied Physiology, sugerindo que ele melhora em até 10% a performance física, além de ajudar na recuperação dos músculos.


"São efeitos relacionados ao fato de a beterraba ser uma fonte de nutrientes precursores do óxido nítrico, substância que reduz a pressão arterial e reforça a resistência do organismo", explica Felipe Donatto, nutricionista esportivo e doutor em biologia celular pelo Instituto de Ciências Biomédicas, da Universidade de São Paulo. Apesar de docinha, ela não engorda: uma unidade grande (100 gramas) tem 43 calorias.

Prefira consumi-la crua. "O calor do cozimento quebra as fibras e aumenta a concentração do açúcar natural." Bata no liquidificador:
1 beterraba pequena, crua e fatiada,
1/2 pote de iogurte natural desnatado,
1/2 copo (100 ml) de água gelada,
suco de 1 laranja.

Rende 1 copo grande com 70 calorias. Beba até uma hora antes do treino.



Fonte: boaforma/abril

Castanha de Caju – pequena, saborosa e poderosa !Leia !



Essa saborosa amêndoa, já consagrada na culinária internacional, é também um poderoso aliado do nosso organismo, apesar de pequena, é uma fonte riquíssima de diversos nutrientes que auxiliam em tratamentos e previnem inúmeras doenças e males da saúde.

Sua composição possui uma grande variedade de nutrientes como: proteínas, gorduras, selênio, magnésio, cálcio, ferro, potássio, zinco e fósforo, carboidratos, ácido linoleico, vitamina K, vitamina B1, vitamina B2 e vitamina B5 entre outras… Sendo assim, seu consumo traz vários benefícios como:
Protetor do sistema cardiovascular e controle dos níveis de colesterol,
Potencializa a absorção do cálcio.
Aumenta a pré-disposição.
Auxilia no controle e redução dos níveis de glicose no sangue.
Excelente ativador cerebral, melhora a memória, concentração, pois contêm de ferro, duas vezes mais que um bife, cujo o mineral, ajuda na oxigenação celular, além de ser ótimo no combate a anemia, pode contribuir na prevenção do mal de Alzheimer.
Suas propriedades antioxidantes, combate ao envelhecimento celular, por serem ricas em gorduras monoinsaturadas, que podem ajudar a prevenir alguns tipos de câncer.
Potencializa o bom funcionamento do sistema imune, pois é rica em zinco entre outros.
Sintomas da Depressão e mau humor podem ser diminuídos com o consumo de castanha de caju, pois são ricas num aminoácido chamado L-triptofano.


Deve ser consumida com moderação, é um alimento proteico e rico em gorduras o que o torna muito calórico como a maioria das castanhas e amêndoas, recomenda-se o consumo diário de 3 a 5 unidades por dia para se conseguir os efeitos benéficos da castanha, mas para um melhor balanceamento de uma dieta e avaliação de suas necessidades, é necessário uma opinião de uma médico ou nutricionista.

Comentado por Maria Cristina Pittol Fuchs – Farmacêutica

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Roteador via satélite leva internet a qualquer lugar do mundo Imagine poder acessar a internet em praticamente qualquer lugar do mundo, incluindo pontos no meio do oceano, geleiras, montanhas ou florestas. Veja como sera !!!



Tudo isso sem ter de pagar por um plano de dados, basta estar em uma área onde o sinal do satélite seja alcançável.

Essa tecnologia já existe e será posta à venda em breve pela Iridium no roteador portátil Go. Ele não será barato, algo em torno de US$ 800, segundo a Folha de S.Paulo - o equivalente a R$ 1,9 mil. Mas compensa pelo tipo de serviço oferecido.

O pequeno Go é à prova d'água e resiste a pancadas leves. Para acioná-lo basta levantar sua antena, criando uma rede Wi-Fi com alcance de 30 metros. Então até cinco dispositivos podem ser conectados simultaneamente.

O lançamento está previsto para este primeiro semestre.


Fonte: olhardigital

Escondidinho de filé mignon com inhame: receita de Claude Troisgros!



Como fazer o purê de inhame:
Ingredientes:
700g de inhame
Sal grosso
100g de queijo suíço ralado
1 gema de ovo
3 claras de ovo
Noz-moscada
Sal e pimenta (a gosto)

Modo de preparo:
Descasque e corte os inhames em cubos grandes. Deixe cozinhar na água com sal grosso por cerca de 20 minutos. Faça o purê usando um espremedor de batatas, adicione queijo suíço com o inhame ainda quente e deixe esfriar um pouco. Acrescente a gema e tempere. Bata as claras em neve e quando ficar consistente, misture bem devagarzinho com o purê de inhame.

Como preparar o filé mignon:
Ingredientes:
1 cebola roxa grande picada
3 dentes de alho picados
1 colher de manteiga
Tomilho e alecrim picados
1 colher (café) de curry madras
1 pimenta dedo-de-moça picada (opcional)
3 tomates
800g de filé mignon
1 colher (café) de farinha de trigo
300ml de molho de tomate
Sal e pimenta do moinho (a gosto)

Modo de preparo:
Retire a pele dos tomates fazendo uma cruz no topo e colocando por 30 segundos na água fervendo; retire e coloque imediatamente em água com gelo para cessar o cozimento. Pique a carne em cubinhos pequenos.

Refogue na manteiga a cebola e alho e acrescente as ervas e o curry. Deixe refogar ainda mais e, adicione o tomate e deixe secar bem. Junte a carne picada e toste bem. Coloque farinha de trigo e molho de tomate, tempere e leve a um pirex até um pouco mais da metade.

Como fazer a salada de endívia:
Ingredientes:
4 endívias
4 colheres de azeite extravirgem
Suco de 1 limão siciliano
2 colheres de mel
Sal e pimenta do moinho (a gosto)
Cebolinha francesa picada
Nozes quebradas

Modo de preparo:
Limpe e corte as endívias em rodelas. Misture limão, mel, sal e pimenta e acrescente o azeite e a cebolinha francesa. Tempere as endívias com a vinagrete e coloque as nozes.

Montagem:
200g de queijo suíço ralado

Cubra a carne com o purê de inhame, em seguida com o queijo suíço, e gratine no forno a 180ºC, por 20 minutos, ou até ficar gratinado. Sirva com a salada de endívias.
Este conteúdo faz parte de Que Marravilha!. gnt

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O que é que a mandioca tem: as vantagens do consumo da raiz Barata, resistente, nutritiva e cheia de carboidratos especiais, ela foi eleita pela Organização das Nações Unidas o alimento do século 21. Conheça as vantagens dessa raiz que brota de norte a sul no Brasil


Mandioca

Mandioca
O alimento já foi chamado de "rainha do Brasil"
Foto: Getty Images
Na mesa do jamaicano Usain Bolt, o homem mais veloz do mundo, não falta mandioca. Ela é a principal fonte de energia atleta, segundo revelou seu pai durante as Olimpíadas de Pequim em 2008. E faz sentido: essa raiz tem dois tipos de carboidrato, a amilopectina e a amilose, que, juntos, liberam a glicose mais lentamente para o corpo. Isso facilita a digestão, evita picos de açúcar no sangue e dá gás de sobra para o dia a dia.

Mas não é preciso ser medalhista para tirar proveito do alimento que já foi batizado de a "rainha do Brasil". Tanto é que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) vem endossando sua produção e seu consumo mundo afora. A entidade quer acabar com o status de "comida de pobre" e utilizá-la inclusive para combater a fome.

Fonte de fibras e isenta de glúten - qualidade que a faz não pesar tanto na digestão -, a raiz carrega versatilidade no nome, nas condições de plantio e nas formas de preparo. Dependendo da região, é chamada de aipim, macaxeira, maniva, uaipi ou xagala. Não há tempo ou terra ruim pra ela. "A mandioca é um camelo vegetal", brinca o engenheiro agrônomo Joselito Motta, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a Embrapa, fazendo referência ao fato de que a planta cresce em solos pobres e resiste a períodos de seca. Ah, ela ainda é barata: custa em média 2 reais o quilo, 30% a menos que a batata.


Mandioca X batata

Por falar na sua rival, a mandioca leva certas vantagens. "Ela possui maior quantidade de vitaminas A, B1, B2 e C", diz a nutricionista Maria Carolina von Atzingen, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. Fazendo justiça, porém, precisamos avisar que a abundância em energia traz um efeito colateral: 100 gramas de mandioca têm quase três vezes mais calorias que a mesma porção de batata - são 160 calorias contra 58.

Só que isso não deve assustar quem se preocupa com o peso. "A composição de carboidratos da raiz faz com que ela prolongue a saciedade", conta Rafaella Allevato, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital San Paolo, na capital paulista. Não por menos, a mandioca costuma ter passe livre em dietas e é indicada a diabéticos. "Ao contrário de outras fontes de carboidrato, ela não gera picos de glicemia", diz Rafaella. Agora, note bem: justamente por ser um reduto desse nutriente, é prudente que ela não seja misturada nas refeições com outros depósitos de carboidrato, como arroz, macarrão...


Alegria dos celíacos

Por ser livre de glúten, a mandioca é queridinha de outra parcela da população, os portadores de doença celíaca - estima-se que sejam 2 milhões só no Brasil. Graças a seus derivados como a farinha e o polvilho, os celíacos conseguem ampliar o limitado cardápio de quem não pode ingerir a proteína que dá as caras no trigo, por exemplo. Segundo Ana Vládia Bandeira Moreira, professora de nutrição da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, o tubérculo ainda ajudaria a conter episódios de diarreia nessa turma. Aliás, a raiz é uma boa pedida diante de diversos problemas que atrapalham o ganho de nutrientes. Tudo por causa daquele lento processo de absorção dos carboidratos, que dá ao organismo mais tempo para assimilar outros compostos. Na hora de cozinhar a mandioca, uma dica: adicione um fio de óleo na água. "Isso auxilia na retenção das vitaminas", garante Ana Vládia.

Apesar de estar presente há cerca de 7 mil anos na Amazônia, a mandioca só ficou mais nutritiva nas últimas décadas. A variedade que hoje está presente na mesa do brasileiro, branca na feira e amarelada após o cozimento, tem dez vezes mais vitamina A que a cultivada no tempo do descobrimento. Ela é resultado de um processo gradual de melhoramento genético, realizado pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e pela Embrapa, que cruzaram diferentes espécies até chegar a um tipo saudável e resistente a pragas. Agora, o IAC vai lançar uma nova variedade ainda mais vitaminada e rica em antioxidantes, substâncias que combatem o envelhecimento celular e reduzem o risco de doenças ligadas à idade, como o câncer. Segundo a pesquisadora do IAC Teresa Valle, a nova espécie terá 900 unidades internacionais (UI) de vitamina A, contra 220 UI da consumida atualmente, e deve chegar ao mercado em 2014. Pelo visto, se depender da mandioca, Usain Bolt vai quebrar recordes até ficar com os cabelos bem brancos.


Raiz histórica

O Brasil é a terra natal da mandioca. Do centro do país, o tubérculo se espalhou por mais de 100 nações desde a chegada dos portugueses. Sua importância era tanta nos tempos de colônia que o padre José de Anchieta a batizou como o "pão da terra". Citada na carta de Pero Vaz de Caminha, ela acabou adotada pelos lusitanos. "Não fosse sua presença, a ocupação das terras brasileiras teria sido mais difícil", diz Joselito Motta. Não à toa, o historiador Luís da Câmara Cascudo chamou a planta de a "rainha do Brasil."


Tesouro de nutrientes - o que há em 100 g de mandioca

Calorias (Kcal)........................160
Proteínas (g)..........................1,36
Lipídeos (g)............................0,28
Carboidratos (g)...................38,06
Fibras (g).................................1,8
Cálcio (mg)...............................16
Vitamina C (mg).....................20,6


Ao gosto do freguês

Ela pode ser degustada cozida, frita, em purê e dá origem a tapioca, polvilho e farinha. Confira:

Mandioca
1. Cozida

O tempo no fogão costuma variar dependendo da colheita. Em geral, levam-se 15 minutos em fogo alto com água e um fio de óleo. O segredo para deixá-la macia é mantê-la imersa na água do cozimento até o momento de servir.

2. Farinha

Entra na receita de massas e bolos e é a base da tradicional farofa, que vai bem com feijoada e carne de sol. Para prepará-la, é indispensável usar óleo ou manteiga. Então, cuidado com os excessos.

3. Tapioca

Priorize a goma fresca para sentir mais o sabor. O importante no preparo é não dourar a tapioca: coloque na frigideira, vire-a e retire imediatamente. Sirva-a branquinha e, no recheio, use a imaginação.

4. Polvilho

Prefira os tipos frescos, menos industrializados, que têm sabor mais marcante. O azedo é usado no pão de queijo e nos sequilhos. O doce é ingrediente da chipa, biscoito da culinária paraguaia.

5. Frita

Eis a tentação dos botecos. Antes de fritar, é preciso cozinhar a mandioca e mantê-la imersa na água até o momento de cortar e levar à panela com óleo. Uma alternativa mais saudável são as fritadeiras elétricas à base de água.


fonte mdemulher

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Saiba como deixar sua cerveja supergelada em apenas 4 minutos !



A dica abaixo pode salvar a sua vida naquele momento em que você tem vontade de beber uma cervejinha que ainda está quente

como deixar sua cerveja supergelada em apenas 4 minutos
Você não é a única pessoa no mundo que está morrendo de calor ultimamente. O verão brasileiro está batendo todos os recordes possíveis e esse calor todo é ideal para, na verdade, tomar aquela cervejinha estupidamente gelada depois de um dia cansativo de trabalho suado, não é mesmo?

O problema é que todo mundo tem essa ideia e, se você não tem a sua cerveja na sua geladeira e acaba a comprando no mercado, é bem capaz de levar uma garrafa não tão estupidamente gelada assim para casa. Antes de adiar sua cervejinha para o dia seguinte, saiba que há uma maneira bem simples e rápida de resolver o problema.

Gelada, geladíssima, trincando!



Tudo o que você vai precisar é de uma garrafa de cerveja – ou quantas garrafas você for beber, logicamente –, guardanapos e, claro, uma geladeira. Você vai enrolar a garrafa (pode ser lata também, fique tranquilo) no guardanapo e molhá-la com água da torneira. Em seguida, basta levar a garrafa para o congelador. Por quanto tempo a bebida deve ficar lá? Apenas quatro minutos.

É essa, na verdade, a grande faceta do truque: ele é realmente rápido. Não vale deixar a cerveja no congelador por mais de quatro minutos, hein! Nesse caso, a bebida começa a congelar e você não vai gostar tanto assim dela. Na dúvida, use um cronômetro.

Essa técnica funciona porque o guardanapo é muito fino e, quando molhado e levado ao freezer, congela muito rapidamente. A garrafa, quando em contato direto com uma substância congelada, fica cada vez mais gelada também. Simples assim.

E vale lembrar que o que hidrata mesmo nesse calorão é a boa e velha água, da qual a cervejinha não é, definitivamente, substituta.

FonteTerra

Entenda as diferenças entre intolerância e alergia alimentar



Entenda as diferenças entre intolerância e alergia alimentar
Ser obrigado a maneirar em um alimento ou a cortá-lo de vez do cardápio vem se tornando uma realidade para cada vez mais gente. "Na última década, os casos de alergia alimentar subiram 18% nos Estados Unidos", conta Ariana Campos Yang, alergologista da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia. E a intolerância parece seguir o mesmo rumo: estima-se que, hoje, um em cada dez americanos tem reações adversas à lactose, o açúcar do leite. Embora no Brasil não existam estatísticas a respeito, os especialistas observam um aumento na incidência de ambos os problemas. Motivo de sobra para entender a diferença entre eles e ficar esperto na hora de reconhecer seus sinais.

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O que é alergia alimentar
Na alergia, o organismo encara proteínas específicas de um alimento como inimigas e envia células de defesa para barrá-las. Nesse mal-entendido, o corpo acaba agredido. "A reação pode envolver todos os órgãos", diz Ariana. Inchaço nos lábios, coceira, tosse, falta de ar e diarreia estão entre as manifestações que aparecem após a ingestão.

No pior dos cenários, ocorre o choque anafilático. Mesmo que a resposta alérgica seja leve em uma ocasião, nada impede que, em contatos posteriores com aquela comida, haja ataques mais sérios. A ordem é se consultar com um médico e, talvez, riscar o item da dieta.

Tratamento
"Em geral, a alergia costuma surgir na infância", diz a alergista Renata Cocco, da Universidade Federal de São Paulo. O bom é que, principalmente antes dos 5 anos, há uma chance de a encrenca sumir, porque o sistema imune da criançada está em pleno desenvolvimento. Mas quando persiste até a idade adulta - ou nas poucas vezes em que dá as caras apenas nessa fase -, ela acompanha o indivíduo pelo resto da vida.

Hoje, uma das apostas da medicina para combater o mal é a imunoterapia. "Ela consiste em administrar o extrato do alimento rejeitado em doses crescentes para induzir uma tolerância", explica o imunologista Jorge Kalil, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Só que a tática pode levar a efeitos colaterais e, por isso, só deve ser aplicada em hospitais.


O que é a intolerância alimentar
A intolerância é uma desordem completamente diferente, a começar pela causa: a carência de uma enzima que processaria certo nutriente. "Na deficiência da lactase, por exemplo, a lactose não é digerida e, aí, atrai água ao intestino, propiciando diarreias", diz o médico Carlos Francesconi, da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Os efeitos da intolerância chegam a demorar horas (ou dias) para se manifestar e ficam quase restritos ao aparelho digestivo - dor de barriga, gases, enjoo...

Ao contrário da alergia, esse tipo de transtorno até permite consumir um pouco da substância não tolerada, desde que com orientação. Em certos casos, dá inclusive para tomar uma dose da enzima em falta e, a partir daí, ingerir uma pitada do ingrediente. Se diferem em vários aspectos, a intolerância e a alergia têm um ponto em comum: com atenção ao prato e suporte médico, é possível contorná-las sem abalar tanto a qualidade de vida.

Os causadores de alergia...
- Peixes e frutos do mar
- Ovo
- Trigo
- Soja
- Amendoim
- Castanhas
- Leite e seus derivados
- Gergelim

...e os de intolerância
- Leite e seus derivados
- Grãos com glúten
- Banana
- Frutas cítricas
- Carnes processadas
- Repolho
- Vinho tinto
- Produtos com corantes



Fonte: mdemulher