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sábado, 6 de abril de 2013

CEBOLA AUSTRALIANA Essa cebola faz muito sucesso. A receita é do chef Erasmo Santana Santos, do Australiano Bar, em Santos. Lá, eles usam o produto importado dos Estados Unidos, mas é possível fazer com a cebola nacional — basta comprar uma bem grande. Siga os passos e chegue ao paraíso, com essa cebola temperada e frita. Veja o passo a passo


Cebola Australiana

Chef Erasmo Santana Santos



Ingredientes

1 cebola grande (a maior que encontrar)

1 litro de leite

2 ovos

500g de farinha de rosca

2 colheres de sobremesa de sal

2 colheres de sobremesa de pimenta caiena

2 colheres de sobremesa de pimenta do reino

2 colheres de sobremesa de tomilho

Preparo

Pegue a maior cebola que encontrar. Corte fora o lado oposto ao da raiz (passo 1) em algum ponto entre a metade e 3/4 da cebola (quanto mais perto da metade, mais fácil fica). Descasque a cebola e corte fora a raiz, bem rente (passo 2).

Com uma faca grande, faça cortes perpendiculares, como numa pizza (passo 3), mas ao invés de 8 pedaços, faça no mínimo 16 e idealmente 32 cortes. Tome cuidado para não atravessar a cebola, parando estes cortes cerca de 2 cm antes de chegar a base.

Para deixá-la em forma de flor solte os gomos da cebola (passo 4), abrindo-a (deixar por duas horas na geladeira pode ajudar nesse processo).

Misture a farinha com o sal, as pimentas e o tomilho. Empane a cebola jogando esta farinha temperada em bastante quantidade para entrar entre os gomos da cebola (passo 5). Retire o excesso.

Mergulhe com o topo para baixo na mistura do leite e ovos (passo 6) e novamente acrescente farinha e retire o excesso (passo 7). Está pronta para fritar.

Em uma panela coloque óleo suficiente para submergir a cebola. Leve ao fogo alto. Com a ajuda de uma espumadeira, coloque a cebola com o topo para baixo e deixe fritar por 2 minutos. Gire-a e deixe fritar mais dois minutos, gire-a de novo e deixe mais 2 minutos.

Retire-a. Seque-a com papel toalha (passo 8), e coloque no prato.

Prenda o centro com um garfo e, com uma faca afiada, retire o miolo (passo 9).

Para terminar (passo 10), coloque no centro um potinho com seu molho preferido (molho rosé, maionese de alho ou ervas finas, por exemplo).
Fonte: http://atdigital.com.br/boamesa/tag/passo-a-passo-cebola-do-outback/

sexta-feira, 5 de abril de 2013

COUVE FLOR RECHEADA DE FORNO


Foto: COUVE FLOR RECHEADA DE FORNO

1 couve-flor grande
200 gramas de presunto
200 gramas de queijo mussarela
1 copo de requeijão
1 vidro pequeno de maionese
1 envelope de tempero pronto em pó
queijo ralado para salpicar
sal e óleo


Preparo
Em uma panela com bastante água coloque uma colher de sobremesa de sal
e fio de óleo.
Cozinhe a couve-flor inteira, até ficar ao dente.
Se ficar mole, ela arrebenta.
Depois de cozida, basta ir adicionando o recheio.

Coloque o queijo e o presunto enroladinhos entre a couve-flor.
Então, coloque o requeijão.
Por cima espalhe a maionese o tempero em pó e o queijo ralado.Levar ao forno para gratinar.


Fonte: leonildaphotmailcom.blogspot.com.br
1 couve-flor grande
200 gramas de presunto
200 gramas de queijo mussarela
1 copo de requeijão
1 vidro pequeno de maionese
1 envelope de tempero pronto em pó
queijo ralado para salpicar
sal e óleo


Preparo
Em uma panela com bastante água coloque uma colher de sobremesa de sal
e fio de óleo.
Cozinhe a couve-flor inteira, até ficar ao dente.
Se ficar mole, ela arrebenta.
Depois de cozida, basta ir adicionando o recheio.

Coloque o queijo e o presunto enroladinhos entre a couve-flor.
Então, coloque o requeijão.
Por cima espalhe a maionese o tempero em pó e o queijo ralado.Levar ao forno para gratinar.


Fonte: leonildaphotmailcom.blogspot.com.br

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Carboidrato à noite? Está liberado! Sabe aquele papo de que comer massas, pães, arroz e outros itens ricos em carboidrato após anoitecer seria quase um sacrilégio? Pois um estudo israelense não só enterra esse mito como sugere o contrário: o consumo do nutriente nesse horário aplaca a fome durante o dia, facilitando a perda de peso


Todos os anos, no nono mês do calendário islâmico, os muçulmanos dão início ao Ramadã. O período sagrado, com duração de 30 dias, celebra a revelação do Corão a Maomé e é marcado por determinadas restrições. Uma delas é jejuar desde o amanhecer até o sol se pôr. Só depois, com o cair da noite, é que as refeições estão, finalmente, liberadas. Esse baita chacoalhão nos hábitos alimentares acabou por despertar o interesse da ciência. Estudos mostraram, por exemplo, uma alteração nos padrões de liberação da leptina, hormônio que sinaliza para o cérebro que é hora de soltar o garfo.

Inspirados por esse dado, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, decidiram investigar o que acontece com a saciedade e a saúde de quem espera o jantar para comer carboidratos. Na pesquisa, vale frisar, foi observado o sobe e desce não só da leptina mas de outros dois importantes hormônios: a grelina e a adiponectina. "A primeira desencadeia a fome, e a segunda, entre várias funções, facilita a ação da insulina", resume o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles, vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a Abeso.

Emagrecer sem sentir fome é um dos grandes segredos para não sabotar a dieta

A experiência israelense contou com a participação de 78 policiais gordinhos. Eles seguiram uma dieta de aproximadamente 1 500 calorias, composta de 20% de proteínas, de 30 a 35% de gorduras e de 45 a 50% de carboidratos - ou seja, equilibrada e digna de quem deseja caber em uma calça dois números menor. A diferença crucial é que, enquanto uma parte dos voluntários podia distribuir o consumo dos carboidratos no decorrer do dia, a outra foi orientada a concentrar a ingestão desse macronutriente no mítico período noturno.

Depois de seis meses, todo mundo eliminou, em média, 10 quilos. Porém, o que realmente surpreendeu foi a mudança no padrão de secreção hormonal daqueles que esperaram o sol se despedir para levar o carboidrato à mesa. "A leptina, substância que diminui o apetite, subiu durante o dia, momento em que não houve pico de grelina, o hormônio da fome", descreve a nutricionista Rávila Graziany, da Universidade Federal de Goiás. "Esse padrão provavelmente explica o fato de esse grupo ter apresentado índices bem maiores de saciedade", conclui.

No dia a dia, o resultado representaria grande vantagem para quem trava uma batalha contra o ponteiro da balança. "Se a pessoa emagrece e, ao mesmo tempo, sente menos vontade de comer, há mais chances de ela se manter fiel à dieta", calcula o nutricionista e farmacêutico bioquímico Gabriel de Carvalho, membro do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio Grande do Sul.

Mas não é só por isso que a análise da Universidade Hebraica gera grande interesse e - por que não? - alegria. "Ela quebra aquele paradigma de que não se deve comer carboidratos à noite", avalia o endocrinologista Amélio Godoy Matos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a Sbem. Paradigma, diga-se de passagem, que nunca teve comprovação científica. "Os verdadeiros responsáveis pelo ganho de peso são a ingestão exagerada de calorias, a alimentação desequilibrada e o sedentarismo", enumera a nutricionista Joyce Gouveia, da Divisão de Nutrição e Dietética do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Outro argumento que advoga em favor do macarrão no jantar é que o hormônio adiponectina apareceu em níveis bem mais elevados entre aqueles que apostaram na dieta, digamos, inusitada sugerida pelos estudiosos. "Essa substância é considerada protetora, uma vez que favorece a ação da insulina e, consequentemente, o aproveitamento da glicose pelas células", aponta o endocrinologista Paulo Rosenbaum, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. "Dessa forma, o risco de desenvolver diabete despenca."

Reduzir a gordura abdominal afasta um monte de doenças

A adiponectina igualmente exerce um efeito anti-inflamatório e, por isso, ter uma boa quantidade desse hormônio passeando pelo corpo é capaz de beneficiar cérebro, coração, fígado... Enfim, todos os órgãos que sofrem com a inflamação decorrente da obesidade. Aqui, devemos ser justos: não foi só a adiponectina que tornou o quadro menos desastroso. A turma que comeu carboidrato à noite também viu a proteína C-reativa - um indicador do estado inflamatório - sofrer uma queda vertiginosa, de quase 28%. No outro grupo, a redução foi de apenas 5,8%. "Atualmente, esse é um dos principais marcadores associados a doenças cardiovasculares", informa o nutricionista Gabriel de Carvalho.

Ou seja, sofrer um infarto ou derrame se tornou uma realidade mais distante para esse pessoal, já que, de quebra, eles viram as taxas de colesterol HDL subir. A versão é aclamada porque faz uma faxina na circulação, varrendo o colesterol que seu parente de má índole, o LDL, deixa para trás. Esse tipo traiçoeiro, só para constar, deu as caras em menores quantidades em todos os voluntários, assim como os triglicerídeos. "A melhora desses parâmetros foi surpreendente e é muito bem-vinda para a saúde geral do indivíduo", avalia o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo.

Um dos principais patrocinadores de todas essas benesses nos participantes foi a perda de gordura estocada na cintura, região na qual é produzida uma série de hormônios. Apesar de os pesquisadores não terem se debruçado sobre esse aspecto, sabe-se que as dobrinhas na área têm relação até com o câncer. "Quando a circunferência abdominal é avantajada, há maior produção de insulina. E esse hormônio impulsiona uma molécula chamada IGS1, que está por trás de tumores no intestino grosso, esôfago, ovário, entre outros", esmiúça Pedrinola.

Mas nada disso é motivo para lotar o prato de carboidratos em todas as refeições. Em excesso, o macronutriente induz exatamente o oposto de todas as benfeitorias descritas ao longo da reportagem, começando pela disparada do peso corporal. O que muda na história é que agora ninguém precisa dispensar um saboroso jantar - com arroz ou batata - para se manter magro e saudável.

Sabotadores da saciedade
Certos medicamentos, como algumas classes de antidepressivos, podem atuar no centro de fome e saciedade. "Daí o risco de engordar", observa Amélio Godoy Matos, da Sbem. Para a mulher, outro fator que mexe no apetite é a TPM. "Com a baixa de serotonina, ela tende a procurar mais carboidratos", justifica Paulo Rosenbaum, do Hospital Israelita Albert Einstein.

A dança dos hormônios
Conheça melhor as moléculas estudadas pelos cientistas israelenses

Leptina O nome vem do grego leptos, que significa magro. E o motivo é justo: ao alcançar o cérebro por meio da corrente sanguínea, esse hormônio se liga a determinados receptores no hipotálamo, desencadeando a sensação de barriga cheia. A leptina é produzida no tecido adiposo e, por isso, até está aumentada nos mais cheinhos. Só que eles são resistentes à sua ação. O pico de produção costuma acontecer à noite e nas primeiras horas do dia. No estudo, entretanto, quem comeu carboidratos depois do pôr do sol apresentou mais leptina durante a tarde, o que resultou em uma maior saciedade.

Grelina A alcunha se origina do proto-indo-europeu ghre, correspondente, em inglês, a grow, que quer dizer crescer. Isso porque uma de suas principais funções é justamente estimular a liberação do GH, hormônio que, entre outras coisas, faz as crianças espicharem. Talvez para facilitar essa tarefa, a grelina também promoveria o apetite. Sua concentração costuma ser alta durante o jejum ou em períodos que antecedem as refeições, caindo logo após nos alimentarmos. No grupo da dieta experimental, o pico de liberação desse hormônio se desviou para a noite, o que pode ter culminado em maior controle da fome.

Adiponectina Possui propriedades antiaterogênicas - ou seja, evita o depósito de gorduras nas artérias - e anti-inflamatórias. Além disso, dá uma força à ação da insulina, reduzindo o risco de diabate. Assim como a leptina, é fabricada pelo tecido adiposo. Mas curiosamente as taxas de adiponectina caem à medida que a massa gorda aumenta. É que, ao ganhar volume, a célula de gordura passa a secretar outras substâncias - estas pró-inflamatórias - de forma intensa. Na pesquisa israelense, houve um salto nos níveis de adiponectina quando a ingestão de carboidratos ocorreu ao escurecer.

Carboidratos simples
São aqueles compostos de moléculas menores, os dissacarídeos. Como consequência, levam pouco tempo - em média, 15 minutos - para alcançar a corrente sanguínea. Para quem precisa de energia imediata, são boas pedidas. "Contudo, eles contribuem para picos glicêmicos, o que pode ocasionar o ganho de peso e prejudicar quem tem diabete", informa a nutricionista Joyce Gouveia, do Hospital das Clínicas. Os doces e o açúcar das frutas estão nesse time.

Carboidratos complexos
Formados por polissacarídeos, eles demandam um tempo de digestão de até duas horas. "Nesse grupo estão os cereais, a exemplo do arroz, da aveia e do trigo, e seus derivados, como pães, massas e farinhas, além de tubérculos e raízes", lista Joyce. As opções integrais são as mais vantajosas, porque reúnem boas doses de fibras e, assim, dão saciedade extra e têm menor impacto glicêmico - isso significa que mandam glicose para o sangue gradualmente.

A tal carga glicêmica
Antes de julgar um alimento tomando como base apenas a velocidade com que ele dispara a glicose no sangue, é bom saber que algumas combinações podem ser favoráveis por causa da carga glicêmica final. Um exemplo: não tem problema se entregar a uns quadradinhos de chocolate ao final de uma refeição, desde que essa tenha sido fonte de carboidratos complexos, preferencialmente os integrais. O mesmo raciocínio serve para as frutas. Se consumi-las com casca ou bagaço, dá para escapar dos picos de glicemia.
fonte saude abril

A festa dos descendentes de João Bornhausen.



A festa dos descendentes de João Bornhausen

Paulo Konder PauloBornhausen

No dia em que comemorou seus 80 anos, Ademar Bornhausen, o nosso Mazinho, que com a Almery, Ivone e Marli eram filhos de Waldemar e Picucha, em meio a festa, resolveu, cercado de filhos, noras, genros, netos, bisnetos, sobrinhos e primos, fazer um conclave de todos os parentes de Waldemar Bornhausen, seu pai, e logo marcaram a data, 16 de março de 2013.
A ordem era o comparecimento de todos, sendo ele o mais velho, pois as irmãs eram falecidas. Seria em Bombinhas, lugar onde residiu por longos anos com a mulher Luiza e os filhos. O local seria a Pousada Ilha do Farol. Rosana, filha de Ivone e seu marido, estudioso pesquisador, iniciaram a tarefa de localizar os descendentes de Waldemar para o êxito da confraternização pelo facebook, o que despertou interesse aos demais filhos e netos de João Bornhausen, de ampliar a festa, pois gostariam de participar. João era o filho mais moço de Jacob Bornhausen, imigrante de Schaffhausen fronteira da Suíça com a Alemanha, de uma família com treze irmãos. Teve sete filhos pela ordem de nascimento, Irineu, Demosthenes (Tenis), Dulce, Waldemar (Vadê), Diva, Elizabeth e a mais nova Joana.
Diva e Elizabeth faleceram solteiras. Tendo a nossa tia Diva vivido em nossa casa (minha e de Ivete) desde o oitavo mês de gestação do meu filho Ricardo, ao qual nos ajudou a criar, como também a nossa filha Patrícia, até seu falecimento em Florianópolis, quarenta anos depois.
Voltando aos filhos de João Bornhausen e Guilhermina Bittencourt Bornhausen, que era Zimmermman por parte de mãe, mais conhecida como vó Gueta, formavam um casal humilde, mas admirável. Ele, agricultor, açougueiro e ela, perfeita dona de casa dos velhos tempos, deixaram uma gama de descendentes dos seus sete filhos. Irineu casado com Maria Konder Bornhausen (Marieta) teve três filhos, Paulo, Roberto e Jorge. Demosthenes, o nosso Tio Tenis, que no seu primeiro casamento com uma Gazaniga teve a Vera, que também foi criada por tia Diva, com o falecimento da mãe. Do casamento com a Lourinha, teve a Marilia, Marta, Mauricio e meu querido afilhado Buba. Dulce, casada com o comandante da Marinha Mercante, Fernando Faria, teve o Milton, Mauro, Mery e o Moaldo, os dois primeiros já falecidos. Waldemar, o patrono da festa, teve a Almery, Ivone, Marli e o Mazinho (Ademar).
Finalmente a Joana que era a mais moça e que faleceu na década de 2000, teve dois filhos Ciro e Libero do casamento com Lucio Miranda.Ciro que foi um dos entusiastas da adesão dos demais filhos e descendentes  do João Bornhausen, às festividades, faleceu em Setembro de 2012, pois Libero (Libelú) falecera há muitos anos.
A reunião foi um sucesso, embora nem todos os descendentes de João pudessem estar presentes, um numero superior a 70 descendentes, parentes, estiveram reunidos em uma festividade simples, alegre, perfeita.
Depois de um vídeo excelente, com a história da chegada no século XXII dos imigrantes da Prússia, no qual estava Jacob Bornhausen que era menor de idade e segundo a lenda, viajou no vapor que os trouxe ao Rio, dentro de um grande barril (quero crer de cerveja, evidentemente vazio). Do Rio de Janeiro por decisão do Imperador, as mais de cem famílias foram enviadas para Ilha do Desterro, e em seguida para a pequena colônia agrícola de São Pedro de Alcântara, de onde os filhos de Jacob se espalhavam pelo território Barriga Verde e segundo consta são mais de cinco mil e como diz o Mazinho, inclusive “agregados”, o que não serviria de apreensão para a Senadora Ideli Salvatti, pois tem até Bornhausen petista. Cada grupo dos descendentes de João, fizeram a apresentação dos seus, cada qual com camisetas alusivas à festa de cores diferentes. Assim dos filhos de Irineu falou o Roberto, do Demosthenes a neta Marília, do Waldemar o anfitrião Mazinho, os descendentes de Dulce não puderam comparecer e finalmente a Ivete Therezinha Dalcanale Bornhausen, casada comigo (decano entre os presentes) fez uma homenagem a Tia Diva. Antes ainda foram passados vídeos da família Waldemar Bornhausen e Desmosthenes Bornhausen, tendo um genro do Mazinho, Pastor, feito uma oração ecumênica.
Para a surpresa de muitos estavam presentes parentes de nacionalidade norte-americana, netos do Mazinho e japoneses da união da filha da Almery e por estar viajando ainda, faltou a minha neta, filha do Ricardo, que é francesa.
Essa “salada de frutas” dos Bornhausen participaram de um delicioso ágape no local do encontro que foi uma reunião inesquecível que permitiu os conhecidos se reverem e outros também se conhecerem, com os quais não tinham relacionamento.
Brindes, como as cervejas Jacob, preparadas pelo cervejeiro Mario, casado com a Marta, filha do tio Tênis, taças para lembrar o evento,  vídeos e livros, foram adquiridos pelos participantes, todos de iniciativa deles.
Linda festa. Se comovente, foi antes de tudo uma reunião alegre e cheia de amor.
Me considero, nos meus mais de 83 anos, um felizardo de ter podido dela participar e creio que este foi o sentimento de todos que puderam encontrar-se no belíssimo Balneário de Bombinhas, e que Deus permita que possa ser repetida algum dia.
Temos todos, muito orgulho de sermos Bornhausen.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Taças de Frozen Yogurt - Acreditem, essas maravilhas são light e diet


Foto: Taças de Frozen Yogurt 
- Acreditem, essas maravilhas são light e diet

Ingredientes:
2 potes de iogurte desnatado (400g)
1/3 de  xícara (chá) de suco de limão (80ml)
6 colheres (sopa) de adoçante em pó que possa ir ao fogo (12g)
3 claras em neve (90g)

Modo de preparo:
Bata o iogurte com o suco de limão (pode ser também maracujá) e o adoçante no liqüidificador e misture delicadamente com as claras em neve.
Coloque em um recipiente com tampa e leve ao freezer por cerca de 2 horas.
Bata vigorosamente a mistura com uma colher grande e volte ao freezer até gelar.

Pra ter o efeito da foto use saco de confeitar e bico pitanga pra arrumar as taças.

DICA: Substitua o suco de limão por outro suco de sua preferência ou por 1 xícara (chá) de polpa de fruta.

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 20 minutos.
Freezer: 4 horas

Informações Nutricionais por porção

Calorias: 54 por porção
Proteínas: 4,1g
Gorduras: 0,1g
Carboidratos: 8,8g 

Fonte: Portal Diabetes

Opções de cobertura:

1 - Calda de Morango: 1 caixinha de morangos limpos picados médios, 2 ou 3colheres de sopa de adoçante culinário, 1 colher de sobremesa de sumo puro de limão e 1 xícara de água. Leva tudo ao fogo médio até que o morango desmanche um pouquinho e a caldinha engrosse. Deixe na geladeira umas 2 horas antes de servir que ela engrossa.

2 - Calda de chocolate: Pode derreter no microondas alguns pedaços de chocolate diet e colocar derretidinho por cima. 
Ou o meio amargo e misturar com creme de leite.
Vai matar a vontade de sorvete, de chocolate, de tudo... e sem culpa!!

Pronto :)

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Ingredientes:
2 potes de iogurte desnatado (400g)
1/3 de xícara (chá) de suco de limão (80ml)
6 colheres (sopa) de adoçante em pó que possa ir ao fogo (12g)
3 claras em neve (90g)

Modo de preparo:
Bata o iogurte com o suco de limão (pode ser também maracujá) e o adoçante no liqüidificador e misture delicadamente com as claras em neve.
Coloque em um recipiente com tampa e leve ao freezer por cerca de 2 horas.
Bata vigorosamente a mistura com uma colher grande e volte ao freezer até gelar.

Pra ter o efeito da foto use saco de confeitar e bico pitanga pra arrumar as taças.

DICA: Substitua o suco de limão por outro suco de sua preferência ou por 1 xícara (chá) de polpa de fruta.

Rendimento: 8 porções
Tempo de Preparo: 20 minutos.
Freezer: 4 horas

Informações Nutricionais por porção

Calorias: 54 por porção
Proteínas: 4,1g
Gorduras: 0,1g
Carboidratos: 8,8g

Fonte: Portal Diabetes

Opções de cobertura:

1 - Calda de Morango: 1 caixinha de morangos limpos picados médios, 2 ou 3colheres de sopa de adoçante culinário, 1 colher de sobremesa de sumo puro de limão e 1 xícara de água. Leva tudo ao fogo médio até que o morango desmanche um pouquinho e a caldinha engrosse. Deixe na geladeira umas 2 horas antes de servir que ela engrossa.

2 - Calda de chocolate: Pode derreter no microondas alguns pedaços de chocolate diet e colocar derretidinho por cima.
Ou o meio amargo e misturar com creme de leite.
Vai matar a vontade de sorvete, de chocolate, de tudo... e sem culpa!!

Revolução: Toxina encontrada no veneno de abelhas consegue destruir o HIV


A cura definitiva para o vírus da AIDS pode estar próxima de ser descoberta.

De acordo com uma pesquisa publicada no jornal Antiviral Therapy, os pesquisadores da Universidade de Washignton nos EUA, encontraram uma toxina presente no veneno de abelhas que pode auxiliar no combate ao vírus HIV.

Segundo os pesquisadores, eles conseguiram fazer com que uma nanopartícula carregada com a toxina melitina destruísse o vírus. Essa toxina é tão potente que conseguiu provocar buracos na camada do invólucro que protege o HIV. Além disso, a toxina agiu apenas contra o vírus e não destruiu outras células, o que significa que a descoberta pode ser tida como sensacional.

Antonio Gomes, fisiologista da Universidade de Calcutá, na Índia, estuda os efeitos medicinais dos venenos e vê aspectos positivos nesta nova abordagem de combate ao vírus HIV: "Há poucos relatos disponíveis no veneno baseado em tratamento contra vírus. Este tipo de pesquisa tem o potencial para avançar ainda mais para o desenvolvimento do produto”.

A toxina não atinge as células normais, porque os cientistas adicionaram uma espécie de “para-choques” de proteção em sua superfície, e quando uma célula normal se aproxima, por ser muito maior que um vírus, a nanopartícula carregada com a toxina afasta-se da célula. Já o vírus HIV é afetado e destruído porque ele, sendo menor que a nanopartícula, acaba sendo atacado por ela.

"A melitina forma pequenos complexos de poros e rompe o envelope do vírus, arrancando esse envelope", diz Joshua L. Hood, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.

As células humanas que estão sendo testadas com a melitina são células saudáveis obtidas a partir de paredes vaginais. Os pesquisadores testaram essas células em especial, porque a vagina é, em grande parte dos casos, o local onde o HIV entra no corpo das mulheres.

O objetivo final da pesquisa é elaborar um gel vaginal com essas nanopartículas da toxina da abelha, que seria eficaz na prevenção da disseminação do vírus HIV.

Pesquisar e produzir nanopartículas não são tarefas das mais fáceis. É por isso que esse gel terá que passar por inúmeros obstáculos dentro do próprio laboratório antes de se tornar um remédio que garanta resultado.



Segundo o pesquisador de Biotecnologia da Universidade do Porto, em Portugal, Bruno Sarmento, o desafio é produzir essas nanopartículas de forma robusta e homogênea para garantir que todo o produto terapêutico seja de fato eficaz.

O pesquisador ainda acrescenta: “Para um gel vaginal com esta tecnologia seria necessário propriedades adesivas para garantir que as nanopartículas permaneçam no lugar certo, e evitem que o vírus entrem na corrente sanguínea”.

Embora ainda haja prós e contras, é visível que a ciência se aproxima cada vez mais de uma solução definitiva que combata esse vírus que já matou milhões de pessoas em todo o mundo.
fonte jornaldaciencia

terça-feira, 2 de abril de 2013

Os Benefícios da Uva


A uva, além de uma fruta muito saborosa, é altamente recomendada para a saúde, já que contém boa fonte de propriedades nutricionais, como a vitamina C e vitaminas do complexo B.

Como sabemos, a uva é usada na fabricação de vinhos e sucos. Tanto no vinho como no suco são encontrados dois elementos: o resveratrol (que eliminam plaquetas causadoras de coágulos que pode entupir as artérias) e flavonóides, que são oxidantes e inibem o envelhecimento das células.

A uva - tanto as vermelhas, roxas ou pretas - é boa para o coração, funciona como diurético e como laxante natural, atuando contra alguns problemas do intestino. A casca da uva aumenta o colesterol HDL (colesterol bom) e a uva verde tem poderes antivirais e antibacterianos. A melhor maneira de usufruir das suas propriedades é utilizar em sua forma natural. Assim é possível aproveitar o potássio, o cálcio, o magnésio e os minerais que ela contém. Com tantos benefícios, a poderosa fruta ainda contribui para a longevidade.

Por ser rica em vitaminas A, B e C, além de proteínas, carboidratos, iodo, fósforo e flavonóides, a uva protege o coração contra infartos, já que ajuda a desobstruir as artérias e regula as taxas de colesterol no sangue. Também melhora o funcionamento do fígado e dos rins, auxilia o estômago a se recuperar mais facilmente de úlceras e da gastrite, além de eliminar ácido úrico do sangue.

As uvas verdes possuem uma menor quantidade de flavonóides, substâncias com função antiinflamatória que também protegem o organismo contra o ataque dos radicais livres. Sendo assim, seus benefícios ao organismo são reduzidos se comparados aos das uvas preta, roxa e rosada.

Tomar 2 copos de suco de uva por dia pode reduzir em até 40% o risco de sofrer infarto, pois a fruta previne a obstrução de artérias.

FARINHA DE UVA

A farinha de uva é fabricada a partir dos dejetos descartados pela indústria do vinho e sucos, e do óleo de sementes.

As propriedades presentes nos compostos das sementes da uva ajudam a impedir doenças no coração, tais como ataque cardíaco e infarto, pois impedem o desenvolvimento de plaquetas que bloqueiam as artérias. Também alivia o cansaço dos olhos em pessoas que utilizam o computador por muito tempo, diminui a degeneração macular e cataratas, melhora a circulação sangüínea nos pequenos vasos dos olhos, onde algumas doenças do olho podem causar bloqueios e enfraquecimentos que resultam em danos na visão.

A farinha de uva diminui o nível do colesterol ruim, o LDL, inibe o aparecimento de varizes, porque ativa a circulação e retarda o envelhecimento. É rica em OPC, antioxidante que combate os radicais livres.

A farinha de sementes de uva NÃO CONTÉM GLÚTEN, lactose ou colesterol, e é rica em fibras dietéticas naturais.

A grande vantagem do consumo de farinha de uva está no fato dos diabéticos não poderem consumir as frutas em quantidades razoáveis, a ingestão de algumas frutas já é suficiente para aparecer os sintomas devido à alta concentração de frutose.

A farinha de sementes de uva é também benéfica à saúde, pois a farinha é composta de 76% de fibras, segundo os pesquisadores possui alta quantidade de flavonóides, também é antioxidante, cuja principal função é combater os radicais livres e herdou da fruta a prevenção do envelhecimento e das doenças degenerativas.

INDICAÇÃO:

Excelente no tratamento de doenças circulatórias, diminui aparecimento das varizes; auxilia na prevenção de problemas cardiovasculares; ajuda no combate das doenças de pele, como psoríase e eczema. Limpa a pele das impurezas externas e células mortas e retarda o envelhecimento, dá brilho e maciez. Aumenta a produção de tecidos colagenosos, evitando aparecimento de rugas, flacidez e perda dos dentes.

Evita a deficiência de visão e audição; ajuda a minimizar danos no fibroma, auxilia na prevenção da artrite e também auxilia na prevenção do endurecimento das artérias. Ajudam no controle de espirros, congestões e outras características provenientes de reações alérgicas.

Como esfoliante natural e excelente ação rejuvenescedora a farinha da semente de uva pode ser misturada ao mel e aplicada diretamente sobre a pele. O resultado é imediato, com visível ação clareadora e emoliente da pele, além dos benefícios antioxidantes, resultantes da ação contínua do tratamento.

MODO DE PREPARO:

Consumir de 2 a 3 colheres ( sopa) diárias de farinha de uva, pode ser consumida pura ou misturado nos sucos e vitaminas.

A farinha de uva pode ser usada nas receitas de pães, barras de cereais, massas caseiras dentre outras. A farinha de uva deixa os alimentos mais saborosos e pode ser usado juntamente nas saladas.

Como esfoliante, deve ser usada com cuidado, dependendo do tipo da pele e local: rosto, mãos, pés.

Para uma pele oleosa, por exemplo, esfolie duas vezes por semana, pele seca ou normal uma vez por semana de preferência à noite.

Lave o rosto com sabonete de sua preferência, aplique a farinha de uva suavemente, com a pele molhada; deixe agir por alguns minutos. Enxágüe o local com bastante água.


Fonte: elizabethprovidasaudavel